Salle Pleyel – o primeiro dos grandes teatros desta viagem

Casa oficial da Orquestras de Paris e Filarmônica da Rádio Francesa, a Salle Pleyel foi inaugurada, originalmente, em dezembro de 1839. Tem esse nome em homenagem à tradicional fábrica de pianos Pleyel, responsável pelo patrocínio da construcao da atual sala, com seus 3000 lugares, inaugurada em 1927 com concerto regido por Igor Stravinsky e Maurice Ravel (a falta dos cedilhas e dos “tils” que vocês notarao ao longo do texto nao é proposital, mas é uma condicao do teclado alemao).

Por conta também do peso histórico, o concerto inaugural desta turnê tinha um sabor especial.  Músicos ansiosos, regente disposta e empolgada, público respondendo à altura. Nao poderia ter sido melhor.

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Tocar na Europa é sempre motivo de orgulho, principalmente quando levamos na mala exemplos da nossa música. Os europeus tendem a responder de forma muito positiva à sonoridade e ao ritmo brasileiro. Para esta turnê, além da Quarta Sinfonia, de Camargo Guarnieri, também conhecida como Brasília – e que será tocada em Viena, Salzburg e Londres -, trouxemos uma Fantasia sobre o Hino Nacional, composta pela jovem compositora carioca Clarice Assad.

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Se nao bastasse a emocao da estreia justamente com uma obra em homenagem ao Hino Brasileiro, o concerto na Pleyel foi transmitido ao vivo, para todo o mundo, pelo site da Cité de la Musique – atual administradora do espaco. O concerto continuará no ar por mais quatro meses, no site http://www.citedelamusiquelive.tv.

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Música à parte, ensaios e concertos de orquestra sempre rendem boas imagens. Seguem algumas.

 

A regente Marin Alsop enquanto procura por um conhecido na plateia, ao som dos rápidos dedos de Nelson Freire.Image

Duo de clarinetes – Ovanir Buosi e Giuliano Rosas.Image

 

 

Backstage – confusao de sons, caixas, pessoas e expectativas. Destaque para o também clarinetista Daniel Rosas e para o percussionista Eduardo Gianesella.ImageImage

Alongamento é fundamental, afinal tocar um instrumento é uma das poucas atividades intelectuais que exige grande preparo físico. Agradecimento ao percussionista Rúben Zúniga, que nao nos viu fazendo esta foto.

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Músicos se preparam de um jeito, gerentes e técnicos de outro. Xisto Alves, inspetor; Joel Galmacci, gerente de orquestra; Ronald Góes, chefe da equipe técnica; e Antonio Neves, coordenador do Centro de Documentacao e responsável por todas as partituras levadas para a turnê.

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Cores de Almodóvar, cores de Adriana Holtz… cores.Image

Orquestra reunida… e o ensaio tem início.Image

Enquanto isso, fila na bilheteria da Salle Pleyel. Público em busca dos cerca de 300 ingressos ainda disponíveis (do total de 3000).

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E o material institucional da Osesp, com informacoes sobre os nossos programas educacionais, editora de partituras, CDs, etc, sendo distribuído no Foyer.Image

 

 

No backstage, Marin Alsop e o spalla Emmanuele Baldini aguardam o início do concerto (observados pela produtora Analia Belli).

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O concerto comeca e as produtoras Alessandra Cimino e Aline Gurgel conseguem seus primeiros minutos sentadas (mesmo que seja na escada de acesso ao palco).

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Fim do concerto! E Marin Alsop reverencia e apresenta seus músicos ao público parisiense.Image

Pra terminar, uma rápida sessao de autógrafos no foyer da Pleyel.

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2 thoughts on “Salle Pleyel – o primeiro dos grandes teatros desta viagem

  1. Acabei de assistir o concerto na Salle Pleyel no site medici.tv, do qual sou assinante há anos, e fiquei emocionado com o brilhantismo da apresentação. Bravo OSESP!

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